“Seja lá o que você possa fazer, comece. Comece com um sorriso a um desconhecido, na rua, doe seu guarda-chuva para quem precisa mais que você, pague um café para a pessoa que está ao seu lado, seja voluntário em uma ação social, ajude um cliente que não pode pagar.
Não importa, o importante é começar a pensar que grandes mudanças estão nos pequenos gestos do dia a dia. Então simplesmente comece. Faça a diferença na vida de outras pessoas, afinal, a força para construirmos um mundo melhor está dentro de cada um de nós”.
O cartão faz parte da Campanha “Gentileza muda a gente”, da loja Relicário (http://www.relicariopresentes.com.br/), em Santos, e gerou em mim um sentimento muito interessante... Parece que aqueceu meu coração e um sorriso surgiu automaticamente em meu rosto. Comecei a refletir sobre o efeito que ações como esta e as citadas na mensagem têm nas pessoas e no que as leva a praticar estas ações. Seriam estas pessoas altruístas? Ou, ao menos, seriam suas ações?
Há muito tempo existem diversas discussões, até polêmicas, acerca do egoísmo e do altruísmo.
Há quem pense que mesmo as ações que possam parecer altruístas em um primeiro momento têm um fundo egoísta, como ajudar um estranho que precisa, que pode ser motivado pela necessidade de o indivíduo sentir-se bem consigo mesmo. Eu mesma já pensei assim: que, no fundo, os motivos são sempre egoístas.
Hoje entendo que a ciência e a psicologia não têm ferramentas suficientes para compreender as reais motivações humanas e solucionar esta questão no âmbito racional e acredito que, apesar de ser o egoísmo parte da imaturidade característica de nossa civilização contemporânea, urge neste momento o advento de uma nova mentalidade, na qual o egoísmo cede lugar a um novo sentimento de interligação entre os indivíduos: a fraternidade.
De acordo com o dicionário Aurélio, fraternidade pode ser um laço de solidariedade e de amizade entre membros de uma sociedade. A Wikipédia diz que o homem “fez uma escolha consciente pela vida em sociedade e para tal estabelece com seus semelhantes uma relação de igualdade, visto que em essência não há nada que hierarquicamente os diferencie: são como irmãos (fraternos)”.

Grande iniciativa, parabéns, valeu.
ResponderExcluirEdson.