O homem das cavernas se abrigava da chuva, sol e vento, aprendeu a fazer o fogo e a cozinhar seus alimentos. Não tinha nenhuma condição de higiene e muito menos qualquer conforto. Caçava para sobreviver e não tinha noção de convivência em sociedade, de companheirismo, de amizade.
O homem atual vive na era digital. A tecnologia impera e tudo é automatizado e interconectado. Tem noções que lhes foram impostas pela sociedade com o passar do tempo e, na maioria das vezes, age conforme o esperado.
E o que é esperado? Quais são as consequências de uma vida assim?
Com o passar de anos e anos, a vida em sociedade foi se construindo. Para isto, muitas e muitas regras foram criadas, baseadas em uma moral que também foi construída pelo homem, e que resultou em um conceito sempre muito discutido e revisto: a ética.
E como fica o ser humano em meio a tantas regras de conduta que, apesar de construídas por ele mesmo, lhes são impostas e que, caso não cumpridas, faz com que não seja aceito pelos demais seres humanos?
Como sua estrutura pode lidar com tantas repressões construídas ao longo dos anos?
E o que seria o homem sem repressões?
Independente da evolução da espécie, acredito que todos temos uma essência divina. Essência esta que está, na maioria de nós, adormecida pela mente coletiva criada por nós mesmos no desenvolvimento do planeta e dos seres humanos, bem como pelas situações às quais, por algum motivo, fomos submetidos.
Mas chegou a hora de acordarmos para quem realmente somos e recriarmos nossa realidade.
E quem somos nós?

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